Páginas

Mostrando postagens com marcador Felipe Cruz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Felipe Cruz. Mostrar todas as postagens

às

A Bíblia é Verdade ou só contém verdades?

(1 comentários)
A Bíblia é Verdade só contém verdades?

Não é de hoje que muitos têm tentado, através de argumentos sutis, destituir a posição da Bíblia como Palavra revelada de Deus. Muitos “líderes” de seitas supostamente “cristãs” espalhadas por aí repassam esse tipo de ensino aos seus seguidores e esse ensino herético tem tomado as mais diversas variações, algumas mais delicadas do que outras. Recentemente, numa conversa, um amigo me disse que acreditava que a Bíblia continha verdades, mas nem tudo que estava ali era verdade. Respondi a ele que se a Bíblia não é toda composta da Verdade, então nada nela poderia ser conhecida como verdade.

às

O cristão nas trevas da depressão

(1 comentários)
O cristão nas trevas da depressão

No contexto cristão, muitas vezes, confessar a depressão ou pedir ajuda para sair desse estado escuro e frio pode ser visto com maus olhos por uma boa parcela das pessoas. “Isso não é coisa de crente” é uma condenação comum que vem junto de “crente não fica depressivo”.
Afirmações como estas não poderiam estar mais enganadas.

às

Deus e o Inferno - Parte 3: Deus não é a Hello Kitty

(1 comentários)
Deus e o Inferno - Parte 3: Deus não é a Hello Kitty


DEUS NÃO É A HELLO KITTY

Um deus cuja misericórdia fosse tal como uma forma de paixão ou de emoção que excedesse a sua própria justiça não poderia ser plenamente misericordioso e nem plenamente justo, e a misericórdia se tornaria na verdade um defeito que lhe impossibilitaria de cumprir aquilo que é correto. Deus não é assim. O verdadeiro e vivo Deus não está fraco ou incoerente diante de um “amor” que o impede de ser juiz daquilo que Ele criou. Deus não é a Hello Kitty.

às

Segredos para um relacionamento cristão

(1 comentários)
Segredos para um relacionamento cristão



Não, aqui você não encontrará os segredos dos quais falei no título. É pura chacota. Mas fique feliz, os títulos alternativos que eu havia pensado anteriormente foram: "7 maneiras de atrair a sua varoa" e "Como descobrir quem é o vaso da sua vida". Portanto esse ficou até muito bom se comparado aos outros. Aqui vamos falar de vida cristã real, sem muitos malabarismos nem contos de fadas, e se você veio ler isso daqui atraído pelo título é com você (principalmente) que eu desejo falar.

às

Deus e o Inferno - Parte 2: O inferno não é um lugar de arrependidos

(1 comentários)
Deus e o Inferno - Parte 2: O inferno não é um lugar de arrependidos


O INFERNO NÃO É UM LUGAR DE ARREPENDIDOS

Existe uma caricatura desenvolvida pelos incrédulos de que o inferno é uma espécie de “câmara de tortura” onde as pessoas que ali foram lançadas são forçadas a permanecer contra a sua vontade sendo impiedosamente maltratadas e tendo como carrascos alguns demônios que fazem todo o trabalho sujo. Talvez eles estejam apenas bobamente influenciados por pinturas medievais, mas o fato é que essa é uma tentativa frustrada de criar uma imagem do inferno como sendo um lugar cruel e que Deus seria um sádico em permitir que estas pessoas passem por todos esses sofrimentos mesmo que desejem ardentemente sair daquele lugar. Tal ideia não condiz com o relato bíblico do sofrimento eterno, pois o inferno não é um lugar de pessoas arrependidas.

às

Seis formas de debater teologia para a glória de Deus

(1 comentários)
Seis formas de debater teologia para a glória de Deus



Debates teológicos se tornaram comuns com o advento da World Wide Web, tão comuns que se tornou inevitável muitos de nós estarmos envolvidos em algum debate com temas controversos. Por isso, decidimos catalogar seis maneiras de debater teologia para a glória de Deus. Nem de longe somos perfeitos nestas dicas, mas são nortes que tentamos alcançar sempre que estamos em uma nova conversa sobre a Palavra de Deus.

às

Deus e o Inferno - Parte 1: Há injustiça da parte de Deus?

(1 comentários)
Deus e o Inferno - Parte 1: Há injustiça da parte de Deus?


Acho que essa é a pergunta mais ouvi na minha vida em todas as vezes que preguei a Palavra de Deus: “como um Deus bondoso poderia mandar pessoas para o inferno?” A pergunta parece incomodar, nossa natureza humana parece querer gritar que isso é injusto e tenta buscar motivos plausíveis e fortes o suficiente para poder fazer com que mudemos de ideia. Mas estou aqui para dizer algo que talvez seja o contrário do que você esperaria ler: não tente encontrar motivos que justifiquem os atos de Deus.

às

compasso - Um poema por Felipe Cruz

(1 comentários)


Está escrito que o caminho do justo é semelhante ao alvorecer do dia, onde o Sol vai se revelando cada vez mais, até que, por fim, tudo está plenamente iluminado. (Pv 4:18) Este poema me surgiu quando eu olhei para a minha caminhada e lembrei de todos aqueles momentos onde o Sol da Justiça ainda não havia brilhado na minha escuridão tão fora de compasso.

às

Japão, nostalgia e o Reino de Deus

(1 comentários)
Japão, nostalgia e o Reino de Deus

Também no caminho das tuas ordenanças esperamos em ti, Senhor. O teu nome e a tua lembrança são o desejo do nosso coração. A minha alma suspira por ti durante a noite; e logo cedo o meu espírito por ti anseia, pois, quando se veem na terra as tuas ordenanças, os habitantes do mundo aprendem justiça.
Isaías 26:8-9

Aqueles que me conhecem mais de perto sabem que eu não sou uma pessoa muito senso-comum em quase tudo. Mas eu acho que, de longe, aquilo que mais desperta atenção é a minha profunda admiração por praticamente tudo que se refere à cultura japonesa. E eu não estou falando somente de gostar de desenhos animados ou revistas em quadrinhos, os famosos animes e mangás, mas a minha paixão se estende aos hábitos, aos costumes, à culinária, à história, à arquitetura e até mesmo à organização social japonesa. É, eu sou estranho.

às

O caos da resposta de Caio Fábio – Uma tréplica

(1 comentários)


As coisas acontecem mais ou menos assim: você está desfrutando da folga proporcionada pelo primeiro dia do ano, relaxando como se não houvesse amanhã e, de repente, você é surpreendido pelo que parece ser um texto-resposta do senhor Caio Fábio, postado em seu Facebook, logo no início da tarde, intitulado “RAZÕES PARA OS TEÓLOGOS ME ABOMINAREM!”, onde ele nada faz além de tecer comentários soltos sobre Teologia Sistemática. Como escrevemos já um texto a respeito deste assunto, que você pode conferir aqui, decidimos gastar alguns minutos das nossas férias lidando com o escrito, que nem teríamos visto se alguns fãs dele não fossem tão dedicados a nos fazer conhecer, com ares de triunfo, cada palavra que sai da boca deste homem.

Segue o texto dele em negrito, completo e sem alterações, e nossos comentários, em fonte normal:

às

Porta dos Fundos: Humor, Crime e Impunidade

(4 comentários)
Porta dos Fundos: Humor, Crime e Impunidade



Como já diria o próprio personagem do Diabo numa certa peça teatral de comédia: “Tudo tem limite!”. E dessa vez chegou a hora para o Porta dos Fundos. Não é de hoje que esse canal faz questão de debochar e insultar, das mais diversas formas, as religiões – em especial o Cristianismo. Aliás, a temática da religião deve render um excelente retorno em visualizações, uma vez que cerca de 10% dos vídeos do canal se deleitam em injuriar símbolos e práticas religiosas [1].

às

Sobre a felicidade de ser simples

(2 comentários)
Sobre a felicidade de ser simples


Tenho poucas lembranças da minha infância, a mais viva delas, com certeza, era de quando minha mãe me trazia do colégio e ao chegarmos em casa ele preparava uma xícara aconchegante e quentinha de caldo de feijão com um pouco de farinha (aqui no Ceará nós chamamos isso de pirão). Aquilo era tão maravilhosamente bom que é impossível descrever a sensação que eu tinha ao beber aquilo. Esta boba e aparentemente inútil memória sempre me faz lembrar o quanto é simples ser feliz.

às

Caio Fábio como "chave hermenêutica": trocando sistemática por idolatria

(1 comentários)
Caio Fábio como "chave hermenêutica": trocando sistemática por idolatria

Caio Fábio é como aquelas “velas mágicas” que algumas vezes vemos em aniversários: é preciso assoprar um milhão de vezes até que ela, definitivamente, se apague. Vez por outra a figura deste homem ressurge das profundezas da Internet para trazer alguma palavra herética. Os “ensinamentos” levantados por ele nunca são exatamente novidade ou surpresa. Não é nada além do velho e batido liberalismo teológico, e é incrível o fato de ele continuar angariando mais e mais devotos para representarem o seu sistema religioso.

às

Fui no restaurante ouvir uma boa música... Hã?!

(2 comentários)
Fui no restaurante ouvir uma boa música... Hã?!


Imagine a cena: você chega para um amigo seu e começa a falar "Cara, você não vai acreditar, eu conheci um restaurante fantástico! A música de lá é maravilhosa! Tem um casal que faz um dueto ao vivo excepcional! E os garçons, então? Meu irmão, todos eles são tão amigáveis, te cumprimentam quando você entra e quando você sai, sempre com um lindo e amigável sorriso no rosto! Dá gosto de estar ali!".

Bom... Além de achar que você é totalmente esquizofrênico, é provável que ele faça aquela cara de "Oi?" e lhe pergunte em seguida "Mas cara, e a comida, é boa?", ao passo que você responde "Ahhh! Isso só você indo lá pra poder conferir!"

De boa, se depois dessa ele não te der uma bicuda no meio da pleura e sair correndo com medo, você já tá no lucro.

às

A sociedade pornográfica e o caminho da Santidade

(1 comentários)
A sociedade pornográfica e o caminho da Santidade


Podem aparecer tantos "machões" quantos forem para comentar o contrário, mas a pornogarafia é um subproduto da mídia e da sociedade de um modo geral, um produto rejeitado e que mesmo aqueles que consideram um assunto normal prefere evitá-lo pela própria vergonha inerente ao assunto.

E não é uma vergonha derivada de um falso moralismo, mas uma vergonha natural, pois a nudez em si é íntima e discreta, e ninguém, por mais despudorado que seja, deseja ver fotos das suas "partes baixas" espalhadas pelos postes da cidade. E sabe o porquê? Porque a pornografia sempre gera o sofrimento de um dos lados
sempre sai perdendo: seja o lado que se expõe, seja o lado que é exposto (se é que há lá alguma diferença real dentre estes dois significados).

Não importa se a atriz pornô recebeu uma bela grana para fazer o que fez. Quanto dinheiro vale a sua moral e o seu pudor?

às

A cultura, a mentira, e a Rocha

(1 comentários)
A cultura, a mentira, e a Rocha



Atualmente (será?) as demandas sociais minoritárias têm surgido e tomado espaço na "democracia" de um modo cada vez mais avassalador. Para os estudantes de Direito de plantão isso não é novidade, Alexis de Tocqueville  já falava sobre isso lá em 1850: "a democracia corre o risco de se transformar em sua própria antítese, comprometendo seu próprio sistema de duas maneiras: pela atuação de seus agentes e pelo seu conteúdo individualista especificamente excludente." [1]

E afinal não é isso o que temos vivido? Campanhas pelo aborto, união homoafetiva, "marcha das vadias", liberdade (ou libertinagem) da sexualidade, neo-liberalismo político, etc. As pessoas compram a ideia de que todas essas minorias individualistas são fruto da "evolução social" e o pensamento da coletividade se perde em meio à falsa ideia do "bem comum". Os alemães também compraram o nazismo por este mesmo raciocínio.

às

Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte Final

(1 comentários)
Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte Final


Continuamos a aprender com o relacionamento desses dois. Quantos detalhes, quantas nuances, quanta verdade mergulhada nas entrelinhas mais tênues das atitudes de Charles e Susannah! O artigo de hoje será um pouco mais extenso que os dois anteriores, e se você ainda não os viu, clique aqui para ver a primeira parte e/ou clique aqui para ver a segunda parte.

Sem muita enrolação, continuemos:

às

Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 2

(1 comentários)
Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 2


O que pensar quando estudamos o relacionamento de um homem e de mulher que ocorreu em pleno século XIX? A maioria de nós, num primeiro momento, poderia declarar antiquado ou talvez desnecessário, uma vez que “nossos valores mudaram” ou “a sociedade evolui”. Mas não foi bem isso o que aconteceu quando vimos o primeiro artigo (se você ainda não viu, basta clicar aqui). O que percebemos é que, de fato, ainda temos ainda muito a aprender com os relacionamentos cristãos que aconteceram lá na época dos nossos avós e bisavós.

Mas isso é tema para um artigo futuro... Por enquanto, voltemos à inspiradora história de Charles e Susannah.

às

Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 1

(1 comentários)
Lições sobre relacionamento: Charles e Susannah Spurgeon - Parte 1


Tá, você certamente já ouviu falar sobre Charles Spurgeon, o homem apelidado de “Príncipe dos pregadores”, se nunca tiver ouvido falar dele, além de você provavelmente ter chegado agora de suas férias em Marte, basta clicar bem aqui e logo você descobre os imensos diamantes que são as pregações desse cristão.

Mas existe uma parcela da vida de Spurgeon que ainda é pouco comentada: seu relacionamento com a mulher que viria a tornar-se sua esposa – Susannah. Um homem que ainda hoje tem tanto a nos ensinar com suas palavras, certamente pode nos apresentar uma verdade sem preço em suas atitudes.