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Fui no restaurante ouvir uma boa música... Hã?!

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Fui no restaurante ouvir uma boa música... Hã?!


Imagine a cena: você chega para um amigo seu e começa a falar "Cara, você não vai acreditar, eu conheci um restaurante fantástico! A música de lá é maravilhosa! Tem um casal que faz um dueto ao vivo excepcional! E os garçons, então? Meu irmão, todos eles são tão amigáveis, te cumprimentam quando você entra e quando você sai, sempre com um lindo e amigável sorriso no rosto! Dá gosto de estar ali!".

Bom... Além de achar que você é totalmente esquizofrênico, é provável que ele faça aquela cara de "Oi?" e lhe pergunte em seguida "Mas cara, e a comida, é boa?", ao passo que você responde "Ahhh! Isso só você indo lá pra poder conferir!"

De boa, se depois dessa ele não te der uma bicuda no meio da pleura e sair correndo com medo, você já tá no lucro.

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Deus quer que todos sejamos prósperos financeiramente?

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Deus quer que sejamos prósperos financeiramente?


A prosperidade financeira obedece a normas, regras e métodos estabelecidos. Por outro lado, da perspectiva bíblica, a prosperidade é um dom de Deus. É ele quem concede saúde, oportunidades, inteligência, e tudo o mais que é necessário para o sucesso financeiro. E isso, sem distinção de pessoas quanto ao que crêem e quanto ao que contribuem financeiramente para as comunidades às quais pertencem. Deus faz com que a chuva caia e o sol nasça para todos, justos e injustos, crentes e descrentes, conforme Jesus ensinou (Mateus 5:45). Não é possível, de acordo com a tradição reformada, estabelecer uma relação constante de causa e efeito entre contribuições, pagamento de dízimos e ofertas e mesmo a religiosidade, com a prosperidade financeira. Várias passagens da Bíblia ensinam os crentes a não terem inveja dos ímpios que prosperam, pois cedo ou tarde haverão de ser punidos por suas impiedades, aqui ou no mundo vindouro.

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A sociedade pornográfica e o caminho da Santidade

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A sociedade pornográfica e o caminho da Santidade


Podem aparecer tantos "machões" quantos forem para comentar o contrário, mas a pornogarafia é um subproduto da mídia e da sociedade de um modo geral, um produto rejeitado e que mesmo aqueles que consideram um assunto normal prefere evitá-lo pela própria vergonha inerente ao assunto.

E não é uma vergonha derivada de um falso moralismo, mas uma vergonha natural, pois a nudez em si é íntima e discreta, e ninguém, por mais despudorado que seja, deseja ver fotos das suas "partes baixas" espalhadas pelos postes da cidade. E sabe o porquê? Porque a pornografia sempre gera o sofrimento de um dos lados
sempre sai perdendo: seja o lado que se expõe, seja o lado que é exposto (se é que há lá alguma diferença real dentre estes dois significados).

Não importa se a atriz pornô recebeu uma bela grana para fazer o que fez. Quanto dinheiro vale a sua moral e o seu pudor?

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A cultura, a mentira, e a Rocha

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A cultura, a mentira, e a Rocha



Atualmente (será?) as demandas sociais minoritárias têm surgido e tomado espaço na "democracia" de um modo cada vez mais avassalador. Para os estudantes de Direito de plantão isso não é novidade, Alexis de Tocqueville  já falava sobre isso lá em 1850: "a democracia corre o risco de se transformar em sua própria antítese, comprometendo seu próprio sistema de duas maneiras: pela atuação de seus agentes e pelo seu conteúdo individualista especificamente excludente." [1]

E afinal não é isso o que temos vivido? Campanhas pelo aborto, união homoafetiva, "marcha das vadias", liberdade (ou libertinagem) da sexualidade, neo-liberalismo político, etc. As pessoas compram a ideia de que todas essas minorias individualistas são fruto da "evolução social" e o pensamento da coletividade se perde em meio à falsa ideia do "bem comum". Os alemães também compraram o nazismo por este mesmo raciocínio.

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"Não tenho ninguém como Timóteo"

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"Não tenho ninguém como Timóteo"


"não tenho ninguém como ele, que tenha interesse sincero pelo bem-estar de vocês, pois todos buscam os seus próprios interesses e não os de Jesus Cristo."
Filipenses 2:20-21

É com esse rasgado e sincero elogio que Paulo, o apóstolo, que esteve encarcerado e impossibilitado de ir a Filipos, relata sobre a escolha e o envio de Timóteo aos Filipenses. Um elogio como esse, vindo de um dos maiores sofredores da causa do Evangelho no Novo Testamento (2 Coríntios 11.24-28), não pode nos passar desapercebido.

Ou melhor: não deveria.
 

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O Calvinista - Um poema por John Piper

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O Calvinista - Um poema por John Piper


"O Calvinista" é um poema escrito por John Piper e, neste vídeo, narrado por nada mais nada menos do que: R.C. Sproul, D.A. Carson, Alistair Begg, Thabiti Anyabwile, Matt Chandler, Sinclair Ferguson e, é claro, o próprio John Piper.

Neste poema Piper sintetiza a vida sob a cosmovisão Calvinista: reconhecer a glória de Deus até nas entrelinhas dos momentos mais banais.

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Deus "visita os pecados dos pais nos filhos"?

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Deus "visita os pecados dos pais nos filhos"?


Às vezes, os críticos dizem que as primeiras partes da Bíblia (Êxodo 20:5-6; 34:6-7, Números 14:18) retratam Deus como aquele que “visita a iniquidade dos pais nos filhos”, enquanto partes posteriores da Bíblia (Jeremias 31:29, Ezequiel 18:2; Jó 21:19) rejeita isso e ensina que “os filhos [não serão] condenados à morte por seu pais.” Mas esta maneira evolutiva de pensar sobre o desenvolvimento da doutrina bíblica não se encaixa nos textos. Há três problemas com este ponto de vista.